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quinta-feira, 4 de março de 2010

A interferência de um Irmãosinho.




Tinha eu acabado de fazer um trabalho, na ajuda da lei do Auxilio, fiz uma pausa para tomar um café, quando vi dois jaguares vibrando um no outro, logo de imediato intervi, para reconciliar. É essa a nossa missão também, tentar sempre apaziguar as vibrações menos boas, quando elas estão acontecendo.


Até aqui tudo bem, os dois jaguares ficaram de bem outra vez, (eu tinha falado ao ouvido de cada um, dizendo que o outro estava menos bem, e que precisava de auxílio e tolerância, da nossa parte, hoje é ele amanhã somos nós). Ambos compreenderam a missão e ficaram contentes?


Entretanto acaba a pausa, é hora de voltar para o trabalho, e eu cheio de energia do trabalho que tinha feito antes nos tronos, entrei no Templo de mangas arregaçadas, pronto para trabalhar.


Ainda estava à pouco tempo dentro do Templo, quando um irmão comandante, se vira para mim e diz, ...Mestre, Mestre, não pode estar aqui!


Esta frase foi como um punhal que me atravessou, todo o meu corpo. Pois eu estava com todo o meu amor e carinho tentando ajudar, no que fosse preciso.


retirei-me de uma forma robotizada, (não era eu a caminhar), para me sentar no banco enfrente ao Pai Seta Branca. Ali fiquei tentando acordar, (como quando acordamos de um pesadelo), do que me estava acontecendo. Eu não queria acreditar. Demorei horas acordar, até que passadas bastantes horas eu fiquei mais em mim.


No final do dia, já depois da meia noite, (porque eu não conseguia deixar de pensar, no que me aconteceu), recebo uma mensagem da minha mentora.


"Pois é filho, aquele, irmãosinho, que estava tentando pôr a discórdia entre aqueles dois jaguares, não o conseguiu, porque o meu filho interviu, instalando a concórdia neles. Só que ele foi junto de si, e na primeira ocasião, vingou-se."


E eu falhei, fiz julgamentos, a minha mente não parava de condenar, tudo por falta de esclarecimento e principalmente de amor, tolerância e humildade.


Mas nem tudo foi mau, ganhei experiencia, aprendi e tenho a certeza de que na próxima estarei mais atento.


Resta-me pedir desculpa ao Mestre comandante, que não teve culpa nenhuma do que aonteceu, (não sabia, e continua sem saber, porque me disse o que disse).

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